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Archive for the ‘ambiente’ Category

Semasa utiliza helicóptero para fiscalizar áreas de manancial.

31 Julho, 2009 augus54 Deixe um comentário

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Para facilitar a fiscalização em áreas de manancial de difícil acesso, o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) realiza até três vezes por semana um sobrevôo de cerca de 40 minutos para coibir o desmatamento, a caça e pesca, queimadas, descarte irregular de resíduos sólidos, construções sem licenciamento ambiental e invasão de áreas.

Foto: Carta Imagem de Satélite da Bacia Hidrográfica da Billings. Fonte: ISA/2006.

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Repórter Diário

Região tem somente 20,8% da área da Mata Atlântica

Aline Bosio

O gavião pombo está na lista do Ibama de espécies ameaçadas de extinção

No Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado nesta sexta-feira (05/06), um alerta: atualmente o ABC conta com apenas 20,8% de área com remanescentes da Mata Atlântica. Originalmente, o bioma dominava totalmente a região. Os dados são do Atlas dos Remanescentes da Mata Atlântica, desenvolvido pela Fundação SOS Mata Atlântica e o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

A cidade com a maior porcentagem de preservação é São Bernardo, que conta com 43% de mata remanescente. O responsável por este índice é o Parque Estadual da Serra do Mar, maior porção contínua preservada de Mata Atlântica, que abrange uma área de mais de 300 mil hectares, indo desde a divisa de São Paulo com o Rio de Janeiro até o sul do Estado, passando por toda a faixa litorânea.

Enquanto Santo André e Rio Grande da Serra estão logo atrás de São Bernardo, com 36% e 35% de áreas remanescentes, respectivamente,

São Caetano não possui mais nenhuma área original da mata.

Ribeirão Pires tem 23%, Mauá 7% e Diadema 2%.

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Tamanduateí tem apenas 300 metros de água limpa

2 Dezembro, 2008 augus54 Deixe um comentário

Por: Vanessa Selicani  (vanessa@abcdmaior.com.br)

Análise próxima a indústrias apresentou poluição química. Foto: Reprodução

Estudo do Centro Universitário Fundação Santo André aponta que principal rio da região está no pior nível de poluição

O rio Tamanduateí, que passa por Mauá, Santo André e São Caetano, tem apenas 300 metros de água despoluída desde a nascente, em Mauá. Um estudo do Centro Universitário Fundação Santo André realizado desde 2007 monitorou a qualidade da água do rio em seis pontos localizados em 12 km de extensão até proximidades do bairro Santa Terezinha, em Santo André.

Classificado no nível quatro de poluição pelas análises, o mais severo estipulado pelo Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), o Tamanduateí apresentou já nos primeiros 300 metros, 300 vezes mais Escherichia coli (detectada em locais com fezes humanas) que a análise feita na nascente, na Gruta Santa Luzia.

“Nem a nascente conseguiu ser preservada. Desde o nascimento, o rio já apresenta índices de poluição muito altos”, explicou o professor doutor da Fundação Santo André, Ricardo Ferreira de Andrade.

O trabalho faz parte da iniciação científica da pesquisadora Simone Garcia de Ávila, orientada por Andrade. Foram três meses de coletas no Tamanduateí para análises. Num dos pontos localizados próximo ao Pólo Petroquímico, os pesquisadores encontraram a substância Fenol, comum em processos químicos. “Era o que esperávamos mesmo neste ponto, que é um dos mais poluídos e próximo das indústrias”, explicou o professor.

Outra bactéria encontrada no rio foram os cistos de Giárdia lamblia, (também detectada em locais com fezes humanas), presentes em dois pontos, coincidindo com os pontos de maior contaminação por Escherichia coli. “A contaminação por E.coli e Giárdia lamblia relata que uma quantidade significativa de esgoto doméstico é despejada no rio. Até mesmo as águas da nascente apresentam contaminação fecal, porém, muito pouco acentuada, não sendo adequada para beber”, completou Simone.

O próximo passo do estudo é um questionário sócio-ambiental com a população do entorno para saber de que forma o Tamanduateí é utilizado, além de uma análise da presença de metais pesados no rio.

Fonte: ABCD Maior